MERCADO DO OURO VIVE DECADÊNCIA
Portas caídas, portão de entrada entregue aos ratos e baratas, moscas arrodeando o lixo que é jogado no local. É assim que a antiga entrada do Mercado do Ouro se encontra. O nome pintado de forma artística, hoje está apagado. Só reconhece o lugar quem já conhecia antigamente.
Mas antigamente o que predominava eram alimentos não perecíveis, cereais, especiarias e ervas de todos os tipos.
Os freqüentadores de antigamente não são mais os mesmos. Rosilda Santos, 62, vinha antes comprar ervas para preparar seus chás. Hoje, segundo ela, não se encontra mais quase nada. “O mercado tá acabando, a única loja em que ainda venho comprar é a loja que vende essências de produtos. Aqui acho de tudo, talco, alfazema, alecrim e muitas outras. A vantagem que é mais barato”. Assim como Rosilda, ainda há os freqüentadores antigos e fiéis.
Os jovens, que não conheciam o mercado antigamente, freqüentam apenas as lojas de frente para rua, os restaurantes e as lachonetes. Mesmo divulgando o comércio interno, as pessoas ficam com receio, pois a entrada, que antes era a porta do fundo, é escura e a pintura da parede está tão decadente, que assusta quem tem vontade de subir as escadas que levam ao primeiro andar.
O estado em que se encontra suas instalações atualmente é grande testemunho do que a combinação tempo e falta de recursos para investimentos e manutenção, é capaz de fazer o que não polpa principalmente edificações ceculares.
Mas antigamente o que predominava eram alimentos não perecíveis, cereais, especiarias e ervas de todos os tipos.
Os freqüentadores de antigamente não são mais os mesmos. Rosilda Santos, 62, vinha antes comprar ervas para preparar seus chás. Hoje, segundo ela, não se encontra mais quase nada. “O mercado tá acabando, a única loja em que ainda venho comprar é a loja que vende essências de produtos. Aqui acho de tudo, talco, alfazema, alecrim e muitas outras. A vantagem que é mais barato”. Assim como Rosilda, ainda há os freqüentadores antigos e fiéis.
Os jovens, que não conheciam o mercado antigamente, freqüentam apenas as lojas de frente para rua, os restaurantes e as lachonetes. Mesmo divulgando o comércio interno, as pessoas ficam com receio, pois a entrada, que antes era a porta do fundo, é escura e a pintura da parede está tão decadente, que assusta quem tem vontade de subir as escadas que levam ao primeiro andar.
O estado em que se encontra suas instalações atualmente é grande testemunho do que a combinação tempo e falta de recursos para investimentos e manutenção, é capaz de fazer o que não polpa principalmente edificações ceculares.
A alta inadiplência dos equilinos é apontada pela atual administração como responsável pela deterioração em que se encontra o local. Sem dinheiro, torna-se impossivel qualquer tipo de melhoria. Na verdade, o porblema virou uma bola de neve que só cresce e agrava os problemas, conforma ascentua, Carlos Alfredo Monteiro, que administra o imové a 1 ano e meio.
A falta de dinheiro impossíbilita a realizações da reforma necessária. Sem as reformas, que tornem o ambiente atrativo, não se conseguem conquistar novos inquilinos, sem novos inquilinos, continuam carência de recursos. Quem tem negócio na área, aponta também como fator que contribuiu em muito tempo para a decadência do mercado, esvazeamento e consequente abandono em que se encontra toda área do comércio, que favorece em segurança e afogentam comerciantes e potenciais clientes. No momento, com ajuda dos proprios inquilinos está sendo executada a pintura da faixada nas cores, amarelo e vermelhor forte. Mais nem isso desfarça a decadente.
TEMPOS MELHORES
Cerca de 110 divisões entre boxes, salas e lojas, compóe o mercado.
O menor aluguel está em torno de R$ 100, o maior, R$ 800, fora a taxa de condomínio R$ 40 e IPTU R$ 26. Mais dos 45 espaços ocupados, apenas 12 pagam na data do vencimento a grande maioria está sem pagar a quase três anos, o que levou a administração adicionar a justiça.
Antônia Raimunda, que trabalha no escritório de administração, relata que a cerca de seis meses foram feitas as reformas, nos telhados no fundo e na frente, ela assim como os outros comerciantes aposta na tão falada revitalização do Comércio para impulsionar a vida comercial daquela área da cidade, o que irá contribuir para que o mercado volte aos velhos tempos. Mais a grande dúvida é quando a tal revitalização sairá mesmo do papel, abrindo das 07 ás 18:00 o mercado não conta com segurança. Conforme Raimunda, embora há um tempo, dois seguranças tomasse conta do local, hoje as condiçoes financeiras, tornam essa prática viável.
PARDIEIRO
A gente faz o que pode aos poucos. A primeira coisa que precisamos é tirar este aspectos de pardieiro em que se encontra, para então tentar, atrair novos comerciantes, a situa Carlos Alfredo, informa a dificuldade de alugar os espaços, com 4.200m de área o mercado é propriedade particular.
MERCADO DAS CORES
A casa cor Bahia, 2005 foi realizada mais uma vez em um espaço histórico da cidade, o Mercado do Ouro.
Um intenso trabalho de reforma e restauro está sendo feito no Mercado do Ouro, no bairro do Comércio, onde foi montada a 11ª Casa cor Bahia.

