Mercado do Ouro
Instalado em um prédio construído em 1879, o mercado do Ouro é mantido em um espaço que, se recuperado, poderia atrair, além de clientes, as pessoas que se interessam pela história de Salvador. Com boxes grandes, com janelas e portas de madeiras que lembram pequenas residencias, ruas internas de paralelepípados e um antigo safaris, o mercado mantenhe as caracteristicas da arquitetura da época. A diferença que ao contrário dos velhos tempos, aos comerciantes vivem uma situação de abandono, em um prédio velho e mal cuidado, que pela sua localização e falta de atrativos, afasta os possíveis clientes.
Ja vai longe o tempo em que servia de apoio aos comerciantes e caixeiros viajantes pelo local ou comercializam as mercadorias em grosso na Praça Marechal Teodoro. Recentemente recuperada, a praça mantenhe a boa aparência, mas perdeu o espaço dos comerciantes desde que começaram a ser criados os grandes supermercados. A clientela do mercado do Ouro hoje restringe - se aos poucos comerciantes e moradores da área e aqueles que querem manter no costume de encontrar ali, velhos amigos e provar as comidas do restaurante que ja conhecem a muitos anos. A decadência do comérico também contribuiu para a sua quase falência. Ali, além de atrativos, falta também segurança.Não há nem vigia noturno, diz um dos feirantes.
As pessoas foram pertendo as condiçoes de manter seus negócios e há muitos blocos fechados. Também muitos não pagam mais nem um condominio a familia Amado Bahia, proprietária do imóvel, diz o comerciante Manoel de Jesus, que trabalha ali já há 40 anos. No local, ele viveu bons tempos e ficou feliz com a valorização dada ao Mercado, durante as filmagens ali do filme" Dona Flor e seus 2 maridos", mais não esconde o seu descontentamento sobre a situação. " Pouca gente vem aqui", diz.Para os mais jovens, porém isto pode ser mudado. Aqui seria um local excelente para os turistas, que vá tão próximo, visitar o mercado modelo. "A revitalização do Mercado do Ouro ", ressaltou Geovn Santos, que trabalha há treze anos no local.
Segundo pesquisas históricas feitas por membros da família, no ano de 1910, foi leiloado e arrematado pelo finado Francisco Amado da Silva Bahia. Segundo um dos administradores, Carlos Monteiro, 56, bisneto de Francisco Amado Bahia, a cada dois anos é escolhido em reunião quem vai administrar o espaço. Atualmente é ele quem está no cargo.
Atualmente, a única fonte de renda, que inclusive mantém o mercado, é o pagamento dos aluguéis.
A loja Rosa do Ouro era uma das mais procuradas, segundo Antônia de Jesus: “A proprietária vendia ervas, folhas, especiarias, boldo, canela e outras coisas naturais”. Outro ponto que é antigo e não fechou é o restaurante do Juarez, que hoje tem 51 anos. A loja Sacarias, de Seu Benedito também sobrevive, vendendo sacos de pano de chão, tecido para artesanato e panos de prato.
SÓ O FILÉ VALE OURO
No longínquo, ano de 1879 aparecia um ponto popular apelidado de CAIS DOURADO. Hoje, na realidade de 1887 restam ruínas, que após tanto tempo são chamadas de Mercado do ouro. Lembranças que não explicam a decadência do lugar, pertencentes a familia Amado Bahia que ja foi um dos principais entrepostos de estivas de cereais. A única atração tradicional que resite é o restaurante do Juarez, desde 1955, fazendo que os apreciadores chamam de "o melhor filé da Bahia".
"O segredo está no meu condimento" explica Juarez da Silveira, que até hoje faz questão de preparar tudo pessoalmente, Não serve prato feito. Lá os clientes tem a tudo enseparado. Talvez por isso se misturem " todos as classes sociais", como diz Juarez. Sem distinção, o restaurante é local de encontro para almoços de executivos, comerciários, bancários e artistas.
Na verdade, ele não gosta de falar muito, por que tem medo do fisco e formula o convite para que se der uma passada no horário de almoço para se ver tudo." Inlouco". Ao contrário de outros locais famosos, funciona exclusivamente das 11:30 ás 15:00. Um testemunho vivo da ascensão e decadência do mercado do ouro, José Policarpo de 80 anos tem saudade do safaris que havia no centro mercado, para que os carregadores com ele pudesse até tomar um bom banho antes de irem para casa. Lembra as excelentes comidas produzidas dentro do mercado. Compara diz que hoje só restam bares e mais nada, ao lado dos escritórios de representação de firmas que trabalham com atacados de cereais e outros produtos.
Arquitetura do mercado do Ouro lembra a época de emponência, não restam dúvidas na faixada, as arcadas são completadas por estruturas de metal completamentes enferrujadas. Os pequenos comerciantes que aindam restam reclamam de dos seiscentos cruzados que são obrigados a pagar de condominios, soma muito maior do que aluguel dos box.
Depois de ter sofrido varios incêndios, mercado do ouro funciona apenas com 98 lojas e vem passando por mudanças em sua infra estrutura interna. Exigências dos novos tempos apesar da decadência irrecuperavél.
UM DOS MENORES E MAIS LIMPOS:
É um dos mercados populares de Salvador de arquitetura mais bonita e integrada ambunsagem. Também é um dos mais limpos e dos menores, lá se pode encontrar de tudo, peixe em abundancia num anexo moderno. Na parte mais antiga, folhas medicinais, frutas, cereais.
A prefeitura andou fazendo um cadastramento com os barraqueiros, por isso eles estão com medo de serem retirados da área. Hoje já se fala na estinção do mercado. Estão reciosos da especulações mobiliarias muito forte que tem no Rio Vermelho.
" Antes só tinha mangue, ninguém quis vim fazer o aterro, hoje que está tudo bonito, eles estão querendo a área", fala um dos barraqueiros do mercado José Ribeiro, há 27 anos, no local. Talvez seja só especulações mais também eles tenham razões. A cada dia que passa, o Rio Vermelho se transforma no bairro da moda, depois de ter sido o bairro dos artistas.
BONS DE BRIGA
Deteriorando aos poucos, o mercado do ouro sobrevive da animação que toma conta do restaurante do Juarez na hora do almoço e da lembrança de personagens lendários como Rosa Palmeirão a capoeirista que serviu de expiração para personagem de Jorge Amado, no romance Mar Morto.Além dela que era respeitada e temida outra mulher arretada sacodiu o mercado, chamava - se Maria 12 homens, também capoeirista e frequentadora das rodas do Cais Dourado e da rampa do Mercado Modelo. O sobrenome de Maria, a historia de memória curta de Salvador não registrou, mais o apelido diz a lenda que ela conseguiu depois de levar 12 marmanjos ao nocaute .
ORIGEM DO MERCADO
Somente no século 19 é que a prefeitura e a iniciativa privada começa a construir os primeiros mercados. O único sobrevivente neste periodo é o Mercado do Ouro entre os mais antigos da capital, o historiador inumera, além do mercado na praça Marechal Teodoro o modelo de Santa Barbara tecnicamente a diferrença é que os mercados são cobertos e os blocos são usados por permissionários enqaunto a feira é ao ar livre diferencia Durval Maia (Coordenador de Feiras e Mercados da SESP ) - Secretária Municipal de Serviços Públicos.
SÓ O FILÉ VALE OURO
No longínquo, ano de 1879 aparecia um ponto popular apelidado de CAIS DOURADO. Hoje, na realidade de 1887 restam ruínas, que após tanto tempo são chamadas de Mercado do ouro. Lembranças que não explicam a decadência do lugar, pertencentes a familia Amado Bahia que ja foi um dos principais entrepostos de estivas de cereais. A única atração tradicional que resite é o restaurante do Juarez, desde 1955, fazendo que os apreciadores chamam de "o melhor filé da Bahia".
"O segredo está no meu condimento" explica Juarez da Silveira, que até hoje faz questão de preparar tudo pessoalmente, Não serve prato feito. Lá os clientes tem a tudo enseparado. Talvez por isso se misturem " todos as classes sociais", como diz Juarez. Sem distinção, o restaurante é local de encontro para almoços de executivos, comerciários, bancários e artistas.
Na verdade, ele não gosta de falar muito, por que tem medo do fisco e formula o convite para que se der uma passada no horário de almoço para se ver tudo." Inlouco". Ao contrário de outros locais famosos, funciona exclusivamente das 11:30 ás 15:00. Um testemunho vivo da ascensão e decadência do mercado do ouro, José Policarpo de 80 anos tem saudade do safaris que havia no centro mercado, para que os carregadores com ele pudesse até tomar um bom banho antes de irem para casa. Lembra as excelentes comidas produzidas dentro do mercado. Compara diz que hoje só restam bares e mais nada, ao lado dos escritórios de representação de firmas que trabalham com atacados de cereais e outros produtos.
Arquitetura do mercado do Ouro lembra a época de emponência, não restam dúvidas na faixada, as arcadas são completadas por estruturas de metal completamentes enferrujadas. Os pequenos comerciantes que aindam restam reclamam de dos seiscentos cruzados que são obrigados a pagar de condominios, soma muito maior do que aluguel dos box.
Depois de ter sofrido varios incêndios, mercado do ouro funciona apenas com 98 lojas e vem passando por mudanças em sua infra estrutura interna. Exigências dos novos tempos apesar da decadência irrecuperavél.
UM DOS MENORES E MAIS LIMPOS:
É um dos mercados populares de Salvador de arquitetura mais bonita e integrada ambunsagem. Também é um dos mais limpos e dos menores, lá se pode encontrar de tudo, peixe em abundancia num anexo moderno. Na parte mais antiga, folhas medicinais, frutas, cereais.
A prefeitura andou fazendo um cadastramento com os barraqueiros, por isso eles estão com medo de serem retirados da área. Hoje já se fala na estinção do mercado. Estão reciosos da especulações mobiliarias muito forte que tem no Rio Vermelho.
" Antes só tinha mangue, ninguém quis vim fazer o aterro, hoje que está tudo bonito, eles estão querendo a área", fala um dos barraqueiros do mercado José Ribeiro, há 27 anos, no local. Talvez seja só especulações mais também eles tenham razões. A cada dia que passa, o Rio Vermelho se transforma no bairro da moda, depois de ter sido o bairro dos artistas.
BONS DE BRIGA
Deteriorando aos poucos, o mercado do ouro sobrevive da animação que toma conta do restaurante do Juarez na hora do almoço e da lembrança de personagens lendários como Rosa Palmeirão a capoeirista que serviu de expiração para personagem de Jorge Amado, no romance Mar Morto.Além dela que era respeitada e temida outra mulher arretada sacodiu o mercado, chamava - se Maria 12 homens, também capoeirista e frequentadora das rodas do Cais Dourado e da rampa do Mercado Modelo. O sobrenome de Maria, a historia de memória curta de Salvador não registrou, mais o apelido diz a lenda que ela conseguiu depois de levar 12 marmanjos ao nocaute .
ORIGEM DO MERCADO
Somente no século 19 é que a prefeitura e a iniciativa privada começa a construir os primeiros mercados. O único sobrevivente neste periodo é o Mercado do Ouro entre os mais antigos da capital, o historiador inumera, além do mercado na praça Marechal Teodoro o modelo de Santa Barbara tecnicamente a diferrença é que os mercados são cobertos e os blocos são usados por permissionários enqaunto a feira é ao ar livre diferencia Durval Maia (Coordenador de Feiras e Mercados da SESP ) - Secretária Municipal de Serviços Públicos.
